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mar
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A queda de popularidade do UFC

Evento cada vez mais apostas em rivalidades pessoais para promover o evento (foto: sportv.com)

Evento cada vez mais apostas em rivalidades pessoais para promover o evento (foto: sportv.com)

Se voltarmos um pouco no tempo, uns quatro ou cinco anos atrás, todos falariam que o UFC seria uma grande potência esportiva e chegaria quase ao status do futebol. Mas não foi bem isso que aconteceu. Chegamos a 2015, e com certeza não é o cenário que encontramos. Pelo menos no Brasil, o evento vem perdendo audiência tanto em eventos, quanto no reality The Ultimate Fighter (TUF). O objetivo não é falar que o UFC está acabando, mas sim, falar como ele não está mais tão por cima como antes.

Começando pelo o famoso TUF Brasil. Uma das grandes atrações do show, pelo menos no Brasil, é a luta entre os dois treinadores das equipes. Nas três edições que aconteceram, apenas uma vez houve a luta entre os medalhões, que foi entre Werdun e Minotauro. Uma das lutas mais esperadas era entre Wanderlei Silva e Chael Sonnen, mas os dois acabaram sendo pegos no dopping e a luta não ocorreu. Isso faz a credibilidade no evento.

O próximo tópico já foi citado no parágrafo passado, o dopping. Inúmeros atletas de ponta foram pegos nos exames anti-dopping. Anderson Silva, Overeem, Jon Jones, Sonnen, Wanderlei Silva, Nick Diaz e a grande suspeita encima de Vitor Belford. Se os principais atletas usam substâncias para melhorar o rendimento, isso não acaba sendo justo e os fãs com certeza ficam decepcionados vendo algo assim.

Outra coisa que vem chamando atenção nas últimas disputas de títulos são as grandes “rivalidades” entre os atletas. Sonnen, Anderson Silva, Belfort, Jones, Gustafson, Aldo são alguns exemplos de lutadores que estão se desentendendo nas pesagens e eventos e parece uma luta pessoal. Isso, claramente, parece mais uma maneira de chamar o público a assistir a luta, do que brigas de verdade. Em um evento tão profissional, como pode essas brigas tão amadoras. Lembra até os eventos do WWE, que claramente é um teatro. Em parte, é um sensacionalismo por parte dos promotores, que não conseguem mais a audiência esperada.

Em consequência dessas “briguinhas” entre os atletas que disputam o cinturão, os cards ficam cada vez mais fracos. A expectativa fica tão alta para a luta principal, então o público não consegue ver que as lutas estão cada vez mais fracas. A média do evento são nove lutas preliminares e cinco principais. São nove lutas que, quase sempre, têm um baixo nível técnico, mas as pessoas assistem apenas para passar o tempo para chegar a luta principal.

Esse é um texto claramente opinativo e é uma visão que o editor tem do evento atualmente. Caso você discorde, deixe nos comentários o que pensa do assunto. Se pensa parecido e quer complementar fique a vontade.


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